A Renault havia suspendido o contrato de trabalho de cerca de 500 operários, e agora deve chamá-los de volta. A produção de veículos deverá aumentar nos próximos dias (de 380 carros de passeio por dia, para cerca de 500 carros). O mercado está dando sinais positivos de recuperação, com diversos modelos já com filas de espera. A notícia completa está aqui, no G1.
A expectativa para os próximos meses já é boa. Espero estar certo, mas acho que essa crise não será tão forte no Brasil. Afinal, se tem uma coisa que brasileiro é especialista é em Crise.
Agora só falta resolver, pra valer, a questão no mercado de usados, que ainda enfrenta alguma dificuldade, principalmente por causa dos bancos, que ainda estão com muitas restrições para o financiamento de veículos.
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Logos da Ford
… mas descarta ajuda financeira. A matéria é da Folha de São Paulo. É realmente uma pena o que está acontecendo com as montadoras norte-americanas. Mas o problema todo foi ficar olhando apenas para o próprio umbigo, criando carrões monstruosamente grandes e com alta sede de combustível. Pelo menos, no Brasil, a Ford vem vendendo bem. Que continue assim.
Na imagem acima, todos as logomarcas já utilizadas pela Ford em sua história.
Ford
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A Chrysler contratou uma empresa de advocacia especializada em processos de falência. A crise nos EUA afetou sensivelmente as montadoras norte-americanas, que estão pedindo ajuda (empréstimos bilionários) ao governo para manterem a produção – e a própria existência.
Além da Chrysler (dona de marcas como a Dodge), a Ford (um pouco menos) e a GM (mais) também enfrentam dificuldades semelhantes, e o preço de suas ações provavelmente nunca estiveram tão baixos, o que dificulta ainda mais a captação de recursos.
A ajuda financeira deve vir do Congresso Americano e especialistas financeiros dizem que a empresa norte-americana consegue trabalhar até março, mas, a Chrysler achou melhor se prevenir para um possível cenário ainda mais negativo.
Fonte: Autoblog Spanish
Chrysler
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O brasileiro Carlos Ghosn, famoso no mundo inteiro por salvar a Nissan da falência (e ainda convertê-la em uma empresa rentável) e agora presidente da Renault mundial, também foi eleito como presidente da ACEA – Associação de Construtores Europeus de Automóveis.
Mais uma vez terá um belo desafio para enfrentar, pois pega a Associação em meio a uma das maiores crises da história, que tem afetado negativamente as vendas de automóveis no mundo todo.
Boa sorte para ele, competência ele já demonstrou ter de sobra.
Fonte: Autoblog
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